A idade avança e o trabalho continua. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um em cada quatro idosos estava ocupado em 2024. São, sobretudo, questões econômicas que os levam a adiar a aposentadoria — o valor médio dos benefícios é de R$ 1.847. Com a longevidade crescente, eles estão mais ativos, visíveis e exigem planos para o futuro, como mostra a reportagem de capa da nova edição da Revista Problemas Brasileiros (PB#493 — jul/ago).
Os agentes de segurança pública estão tendo de lidar com a rápida evolução do crime, principalmente no mundo digital. Esse é um problema que desafia não só os profissionais individualmente, mas todos os agentes da segurança pública, como explica Renato Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). “O crime evolui muito mais rápido do que a capacidade atual de organização pública e da legislação brasileira”, avalia. Lima também chama a atenção para a forte presença do crime na economia, inclusive em atividades lícitas. Uma rede complexa que exige modernização, investigação e cooperação.
Enquanto os casos de sucesso de Parcerias Público-Privadas (PPPs) multiplicam-se na infraestrutura, um novo capítulo se abre em áreas como Educação, Saneamento e Saúde. Com isso, o futuro das PPPs e das concessões passa por buscar modelagens que permitam avançar em segmentos não explorados, como mostra a reportagem da PB, e também por contratos que garantam que a população receba o serviço prometido.
Há 20 anos, a Lei Maria da Penha foi aprovada, um marco inegável contra a violência de gênero. Ao reunir dados e ouvir especialistas, a reportagem da PB buscou responder a uma pergunta crucial quando se trata da igualdade de gênero: por que, mesmo diante dos avanços legais nessas duas décadas, a violência contra mulheres continua aumentando tanto?
As favelas brasileiras não param de crescer. Segundo o MapBiomas, o número de áreas urbanizadas em regiões de grandes declives triplicou em 40 anos e as áreas de favelas cresceram, no mesmo período, mais de 2,75 vezes. Esse avanço territorial aconteceu à revelia das cidades em si, que aumentaram 2,5 vezes de tamanho nesse período. Quais as dinâmicas que, há décadas, empurram um contingente cada vez maior de pessoas para moradias precárias?
CONFIRA ESSAS REPORTAGENS, E MUITO MAIS, NA ÍNTEGRA DA EDIÇÃO #493 (JUL/AGO) DA REVISTA PB, DISPONÍVEL AQUI.